25/11/2013

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DOS BONS DIAS #8


... esta paz de já não amar quem não ama de volta e de já não sofrer por isso. 

06/10/2013

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ALL THAT MATTERS NOW #10

Moi, je sais tous tes sortilèges
Tu sais tous mes envoûtements
Tu m'as gardé de pièges en pièges
Je t'ai perdue de temps en temps
Bien sûr tu pris quelques amants
Il fallait bien passer le temps
Il faut bien que le corps exulte
Finalement finalement
Il nous fallut bien du talent
Pour être vieux sans être adultes

Oh, mon amour
Mon doux mon tendre mon merveilleux amour
De l'aube claire jusqu'à la fin du jour
Je t'aime encore, tu sais, je t'aime


20/09/2013

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ALL THAT MATTERS NOW #9


♫♪ " shepherd me from pain and the doubt
through the broken streets and the hearts
herd me home through hurt and the past
then leave me alone you have no choice
and now there is a white horse caged in my heart
and it's going to kill me just to get out
now there is a white horse caged in my heart
and it's trying to kill me just to get out
though we're different creeds, wear different masks
If you only could conceive that there's a chance
and hell is bent on showing me the dark
shepherd me to light, make it stop. " ♪♫

04/05/2013

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ALL THAT MATTERS NOW #8


I've been willing and strong all along
Through chilling times
In a sea of heartbreak
Where you give and take
I won't give in to promises
Until I find something to believe in
To believe in...
Clannad - Something to believe in 

18/04/2013

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DOS BONS DIAS #7


O Controle do Suportável

Tudo o que acontece, acontece de sorte que naturalmente o podes suportar ou naturalmente o não podes suportar; não protestes, mas, enquanto te for possível, suporta-o. Se ao invés é coisa que naturalmente és capaz de suportar, não reguinges, senão mais depressa dás com tudo em terra. Lembra-te, todavia, que és naturalmente capaz de suportar tudo o que de ti depende tornar suportável e tolerável; basta que consideres que é o teu interesse ou o teu dever a impor-te esse trabalho.

Marco Aurélio, in "Pensamentos"


14/04/2013

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DA SANIDADE MENTAL (OU DA FALTA DELA) #3


Tendo começado pelo vídeo que anda na berra pelo facebook "How animals eat their food", chego a este, da mesma dupla! E o que eu me ri e revi nestas cenas!! Desde a palermice de um até à paciência do outro ☺ Lindo!! ☺

11/04/2013

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DAS QUEDAS #2

Tem sido uma caminhada só minha, por escolha. Raramente toco no seu nome ou falo do que se passou e de como ou porquê das coisas acabarem.
Estava crente que estava a caminhar no sentido correcto. Seis meses passados pensei que já tivesse avançado mais no caminho, mas afinal parece que tenho dado passos pequenos, ou então regredi muito hoje.
Não voltaria atrás, tenho a noção perfeita disso. Mas viver porta a porta tem-se demonstrado muito mais difícil do que previa. Não invejo a vida que ele lhe dá... O estômago já não enrola quando o encontro... mas queria tanto poder voltar a sair à rua e dar os meus passeios com a cadela sem considerar a hipótese de que me cruzar com o passeio dele com a cadela, de quem tenho umas saudades imensas. Insiste em fazer conversa de ocasião, onde me conta tudo o que faz na vida, sem eu perguntar o que quer que seja. Insiste em partilhar a vida da qual deixei de fazer parte há seis meses. Pior: insiste em falar como se continuasse a ser a pessoa que era há seis meses atrás. E não é. Nem ele, nem eu. Mas ele não faz ideia que não sou a mesma. Nunca me conheceu. Sempre fui um parênteses... Aquelas pausas a que não se liga e se passa à frente. E passados dezasseis meses, assim o fez.
Mas, para mim, ele nunca foi um parênteses. E dediquei-me a conhecer a pessoa que ele deu a conhecer. E os meus sonhos foram crescendo lado a lado com os dele: a casa na costa alentejana que ele gostaria de ter, os jantares e serões nas noites de semana, onde adormecia no sofá enquanto lhe acariciava a nuca, os jantares na minha vila do coração, com caminhadas e conversas madrugada dentro, sentados na areia da praia do norte... Uma amizade que se solidificou... Sonhos que se fizeram meus, sem nunca ter sonhado com eles, nomeadamente a hipótese de ter um filho...

Transformaram-se em meus, alguns dos seus sonhos. Acho que é isso que acontece quando se ama alguém.
Mas a reciprocidade não existiu.
Não sou ninguém para julgar o sentimento das outras pessoas, mas sei por experiência própria que sou boa avaliadora de carácter. Hoje, volvidos seis meses, vejo-o de outra forma, ainda com o coração, tenho de admitir. E o que vejo é alguém que não sabe amar a não ser que seja algo que alimente o seu ego. E assim voltou para um amor de adolescência, daqueles em que ela é linda e causa inveja aos amigos, onde o amor é lindo e se perdoa um estalo e um pontapé, porque já se passaram muitos anos. Em que a outra pessoa casou e teve um filho, mas não é feliz. Em que se combina um encontro onde perceberam que ainda sentiam algo um pelo outro, passados treze anos...
Poderia dizer-lhe não o fazer, para não desistir de nós. Mas há alturas em que se tem de dar com os burrinhos na água sozinho, não há outra forma...
E, na realidade, até já eu tinha desistido...
Dos meus sonhos, nem um se transformou num sonho para ele. Insistir no quê?
Desculpou-se termos reatado uma vez que decidi afastar-me.
Disse que nunca deveria ter iniciado nada comigo quando percebeu que eu estava disposta a dar mais do que ele.
Dizer mais o quê?...
Não sou prepotente ao achar que não sabe amar, só porque não amou como eu queria que o tivesse feito, mas a realidade é que eu hoje não sou a mesma que era há seis meses e isso é bom, consigo analisar tudo mais claramente e tentar entender qual foi o papel dele na minha vida.
Perfeito seria ganhar o euromilhões e mudar de casa...


10/04/2013

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DOS BONS DIAS #6

Neste caso, das boas noites:
Showcase de Depeche Mode e taça de tinto.
Cantarolando, que o dia foi um desafio aos nervos.
(muitos mais virão...)




09/04/2013

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ALL THAT MATTERS NOW #7



And they touched you like no one touched you,
when you broke they were there with glue, 
and their kindness was not a weakness 
when they were there they were there for you.

But will they love you, 
the way, the way I loved you? 
we jumped over the barriers
jumped over the barriers. 

And our world it was wrapped in tinsel 
invitations and fountain pens 
but the heart is a lonely hunter
it trapped you once and it' ll trap you again. 

♫♪♫


02/04/2013

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O que me faz viajar no tempo #1

E não, não me faz confusão a quantidade de sangue que jorra em todos os sentidos, nas cenas violentas desta série...
E não, também não me faz confusão a quantidade de cenas de sexo que a série reproduz.
Há que compreender que naquela época não havia tv nem internet! O pessoal tinha de se entreter com qualquer coisa, não é verdade?? ☺

25/03/2013

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ALL THAT MATTERS NOW #6

I've looked at life from both sides now
From up and now and still somehow
It's life's illusions I recall
I really don't know life at all...
♫♪►
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JUST SAYING #1

Talvez só eu tenha esta opinião, mas não gosto da "so called" arte da Joana Vasconcelos. Tudo muito tradicional, tá certo... Mas eu olho para obras de arte como esta:


E não consigo deixar de pensar nisto:



e não é por isso que a Dona Emília (que lá tenha a alminha em descanso), que me recheou a arca do enxoval com bases para copos, argolas para guardanapos e todo o estilo de naperons, teve direito a exposições em locais todos xpto...

But don't mind me of course!!! Continuação de muito sucesso cara Joana! 
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DAS PERDAS #6




E quem é capaz de não criar expectativa alguma?
E quem altera a sua atitude mediante o que não recebe de volta?
E quem pode criticar quem faça isso?

20/03/2013

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DAS PERDAS #5

Tenho lido, por essa net'afora, que isto de ligar pessoas a músicas pode correr mal, sob pena de se tornar díficil ouvir esta ou aquela música, depois desta ou daquela pessoa ter-se afastado de nós, da nossa vida, do nosso convívio...
Mas é díficil para mim estabelecer essa separação, porque a minha vida e a música andam de mãos dadas, para não dizer seladas.
Há uma música para quase cada momento da minha vida. Muitas músicas que recordam esta ou aquela pessoa. Muitas músicas mais para locais ou ocasiões especiais e únicos.
Não sei viver de outro modo. A música faz parte de mim.
Mas têm toda a razão. Para além das perdas pessoais e espirituais, há uma necessidade autêntica de fazer um luto a esta ou aquela música. Tenho músicas que ressaquei por muito mais tempo do que me demorou a ressaca da pessoa em si. E é sempre triste esse afastamento de algo que me faz feliz devido a algo que, de alguma forma, me feriu ou me traz memórias menos felizes.
E agora adoptei um tratamento choque para isto: assim que passa ali a fase da negação (chegada a fase da ira), ouço as músicas em loop, até à exaustão. 
Obviamente que irei ligar sempre a música à pessoa ou à situação, mas há um leveza tão grande quando voltamos a cantá-la sem a garganta apertar e os olhos arderem...




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DA SANIDADE MENTAL (OU DA FALTA DELA) #2



Não sei quem é... não lhe sei o nome, mas iria estudar-lhe cada traço do rosto e cada gesto que fizesse.
Tenho um fascínio por estranhos que não sei explicar. Gosto de observar e tecer-lhes histórias imaginárias. Dramas. Tragédias. Romances. Hábitos. 
Sempre fui muito observadora, tal como muito boa ouvinte. Infelizmente, a memória não me permite o registo intemporal destas observações.
Mas perderia-me, por momentos, ou pela eternidade, a olhá-lo...
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ALL THAT MATTERS NOW #5



♫ Plans and schemes, hopes and fears
Dreams I've denied for all these years ♪


18/03/2013

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ALL THAT MATTERS NOW #4

E para banda sonora de parte da tarde de trabalho, hoje deu-me para isto:


(Como é que já passaram 21 anos desde o concerto no estádio José de Alvalade???)
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DOS BONS DIAS #5

Uma das coisas que mais alegria me dá nas redes sociais é ver o anúncio de animais que regressam a sua casa, depois de dias, semanas, meses e até anos, afastados da mesma. Ou porque se assustaram e fugiram, ou porque a curiosidade os levou para longe e perderam o caminho de regresso... Fico sempre de coração tão leve, mesmo que nunca tenha visto ou volte a ver aquele animal.

Hoje vi um apelo de um serra da estrela que se tinha perdido, e necessitava de medicação para a epilepsia, que me deixou de coração apertadinho. Entretanto surgiu a comunicação de que já estava em segurança em casa ♥

Mas uma notícia que me emocionou foi a de uma rapariga decidiu ir a um abrigo para adoptar um gato, e encontrou lá o gato dela, que tinha desaparecido há um ano.



(Procurei uma fonte que me garantisse que a notícia é verídica, mas não encontrei. Neste caso, sinto-me bem só de imaginar que assim possa ter acontecido ☺)